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Notícias

06/11/2017

Estudos apontam que as principais causas de infertilidade feminina estão relacionadas com alterações nas trompas uterinas em cerca de 25 a 30% de todos os casos de infertilidade

Isto porque as trompas têm papel fundamental para a ocorrência da gravidez.


Uma trompa danificada ou bloqueada pode impedir que o espermatozoide chegue ao óvulo para fecundá-lo e também pode evitar que um óvulo fertilizado viaje para o útero para implantação. 



As principais condições médicas que levam a infertilidade de causa tubária, são a Doença Inflamatória Pélvica e a Endometriose.

A doença inflamatória pélvica é causada por bactérias, especialmente a clamídia e a gonorreia, que são doenças sexualmente transmissíveis (DST). Estas bactérias podem migrar da vagina para o útero e tubas e causar inflamação, aderências, deslocamentos e obstruções nas trompas uterinas e consequentemente a infertilidade.

Quanto maior a frequência de infecções maior a chance de infertilidade e risco de gravidez ectópica, em outro local fora do útero.

A endometriose é uma doença inflamatória hormônio dependente que também pode causar danos nas trompas uterinas. Acomete as mulheres no período reprodutivo e se caracteriza principalmente por migração e crescimento de células semelhantes ao endométrio (camada interna do útero) para áreas fora do útero, como os ovários, trompas, cavidade pélvica e intestino.

Os focos de endometriose nas trompas uterinas podem bloquear a passagem do ovo, enquanto que os implantes que ocorrem nos ovários podem prejudicar ou impedir a ovulação. A endometriose grave pode formar tecido cicatricial (aderências) entre o útero, ovários e trompas que impedem a transferência de ovos, causando infertilidade.

Os miomas uterinos também quando volumosos podem bloquear as trompas ou distorcer a forma da cavidade uterina, causando dificuldade para engravidar.

COMO INVESTIGAR O FATOR TUBÁRIO DE INFERTILIDADE

A avaliação das trompas uterinas é de extrema importância para quem tem dificuldade para engravidar.

Uma HSG (Histerossalpingografia) pode determinar se as tubas uterinas estão abertas ou fechadas, mal posicionadas ou dilatadas. Pode também dar informações sobre a anatomia do útero, malformação uterina, pólipos, miomas ou sinéquias (aderências, cicatrizes) uterinas.

A HSG é uma radiografia contrastada da cavidade uterina e das tubas (trompas) que é realizado entre o 7º e o 11º dia do ciclo menstrual. Faz-se uma série de radiografias, com a injeção de contraste iodado através do orifício do colo do útero, com o auxílio de um cateter (sonda) fino e flexível.

A cirurgia reconstrutiva tubária pode reparar tubas minimamente danificadas, porém em casos mais graves, a FIV (Fertilização In Vitro) é a técnica que mais pode ajudá-lo a conceber.

Se você está com dificuldade para engravidar, procure um especialista.

Dra. Dorodina Correia, CRM 12157/BA. Especialista em Ginecologia e Reprodução Assistida da Clínica Humana.


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Dorodina Correia - Doctoralia.com.br